sobre

ana luíza meneses (brasília, 1995) é diretora, diretora de fotografia e artista visual, com atuação desde 2015. graduada em audiovisual pela universidade de brasília, constrói uma trajetória plural, transitando entre cinema, publicidade, televisão e música. tem experiência em diferentes linguagens e escalas de projeto, de videoclipes a longas-metragens. busca aliar seu alto senso de cooperação à sua autenticidade estética. é sócia fundadora da produtora avera filmes.

dirigiu o curta malu e a máquina (2023), vencedor do prêmio brasil de cinema infantil no 21º festival internacional de cinema infantil (fici), com estreia no 56º festival de brasília do cinema brasileiro, circulação em festivais nacionais e internacionais e licenciamento para a tv brasil. realizou direção de cena e direção de fotografia do álbum visual pesa lua (2023), do artista kirá, no qual o visualizer suassuna noite foi finalista do mvf awards 2023. na web, dirigiu a websérie cuidando de pessoas, realizada pelo ambulatório trans de brasília em parceria com a secretaria de saúde do distrito federal. dirigiu a websérie quem procura acha (2026), sobre moda, upcycling e sustentabilidade, e escreve seu primeiro longa-metragem, cutícula, inspirado em mulheres que vivem em um setor de oficinas de carros (fac/df).

como diretora de fotografia, destacam-se os filmes caravana da coragem (2024), de pedro b. garcia, vencedor de melhor curta no 13º olhar de cinema, festival internacional de curitiba, e exibido no xv janela internacional de cinema do recife e no 57º festival de brasília do cinema brasileiro, além de hacker leonilia (2025), de gustavo fontele dourado, e notas sobre a identidade (2024), de marisa arraes, todos premiados e exibidos em festivais nacionais e internacionais.

também atua como operadora de câmera em produções como a série infantil thiago e ísis, 2ª temporada (2023, tv futura), de joão amorim, o longa ensaio do brasil (2025), de elisa bracher (nós docs), e o programa com todo respeito (2026), da tv brasil.

em 2025, realizou sua primeira exposição individual, os filhotes apreendem a nadar, na galeria a pilastra, convergindo fotografia e vídeo em película com temas autobiográficos.